Deixe-o Ser Pai!

Deixe…
Deixe-o ser Pai!
Deixe com que viva a paternidade à sua maneira, à sua moda…
Deixe que ele não combine as roupas do seu filho…
Deixe que o banho demore e da sala você ouça as gargalhadas…
Deixe que ele troque as fraldas e dê mamadeira…
Deixe que eles brinquem de luta…
Deixe que ele permita comer umas besteiras de vez em quando…
Deixe que ele tenha momentos a sós com o filho…
Deixe que eles passeiem juntos e mandem selfies para te alegrar…
Deixe que ele acorde de madrugada pra ver se está tudo bem…
Deixe que eles aprontem ainda que te enlouqueçam…
Deixe que juntos troquem lâmpadas e façam pequenos reparos…
Deixe que lavem o carro, a louça, o banheiro… Ainda que seja uma verdadeira aventura!
Deixe que o pai ensine ao filho como se deve tratar uma mulher…
Deixe que o pai ensine ao filho como ser um bom pai, o melhor pai…
Deixe que sejam pai e filho, só assim se tornarão os melhores amigos!

Deixe…
Simples assim… Tenho certeza que não vou escutar de você:
– Tudo depende de mim!
– Sempre fiz tudo sozinha!
– Ele não sabe fazer nada sozinho!

Vai por mim, é simples…
Confie… .
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✅Fiz esse texto em Abril dedicado ao meu marido, mas hoje dedico a todos os pais que honraram o compromisso de ser PAI. Pais que não fugiram da raia diante do maior desafio da vida, recebam todo o meu respeito através deste texto!

✔️Dedico também as mães que sabem da importância que é a relação de pai e filho e respeitam esse espaço!

📍Aos pais que abdicaram de tamanha realização, lamento e lembro a vocês que todo dia é dia. Transforme seu coração e permita-se recomeçar! Talvez você ainda tenha chance… Arrisque!

➡️Dú, o texto continua sendo pra você, mas hoje dividi com todo mundo!

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Para pai, mãe e educadores: Regras e Limites!

Por quê a necessidade de limites e regras?

Há os que defendam que a criança pode fazer tudo o que quiser, afinal ainda é pequena para ser tão cobrada.

Olha só, não é bem assim, afinal nosso desejo é formar pessoas que convivam em sociedade!

É comportamental o ato de ensinar e aprender limites… Não subestime a inteligência de sua criança. Ela é capaz de aprender muito, principalmente se formos pacientes, carinhosos e exemplos vivos de tudo aquilo que ensinamos.
Lembre-se disso: crianças aprendem MUITO pelo exemplo.

1o. Não estabeleça regras que você mesmo não possa cumprir. A criança é inteligente e vai testar se “o que você fala se escreve”. Ela vai tentar te seduzir ou fazer a birra. Todo mundo joga com as armas que têm!

2o. Se uma conseqüência foi explicada antes da criança quebrar a regra, cumpra o que foi prometido. O castigo não pode durar uma eternidade e nem uma piscada de olhos.Tenha bom senso ao definir consequências e tempo.

3o.Desde a mais tenra idade trabalhe com regras. Comece impondo regras como o horário certo para comer, de tomar banho, de ir para a cama. Regras não são sinônimo de briga, ao contrário, elas definem de uma maneira organizada e responsável como viver em sociedade.

4o. Explique a regra (que pode ser criada com a participação do seu filho, afinal ele faz parte da família), defina a consequência e chega! Para de ficar repetindo no ouvido da criança mil vezes a mesma coisa. Você não está educando, está sendo cansativo.

Estabelecer regras e impor limites pode ser complicado e até mesmo dolorido para os pais, mas o resultado de ter um adulto responsável e emocionalmente ajustado é sua recompensa!
Mãe e pai não nascem prontos, por isso estude sempre!

Mãe, Já fiz meu check list!

Criança de Férias?
Viaje TRANQUILAMENTE com ela! Algumas dicas:

1- Prepare seu filho maior de dois anos, para a viagem. Conte sobre o transporte, quantas pessoas ele carrega, como serão os procedimentos.
2- Você é o responsável pela criança. Oriente-a que aquele espaço é compartilhado por outras pessoas e que há algumas que estão trabalhando para oferecer mais conforto para os passageiros. Distraia, brinque com seu filho, e fique atento para que ninguém precise chamar atenção do pequeno. Se isso ocorrer, vc vai se aborrecer, então cuide de evitar.
3- Leve alguns brinquedinhos que sejam da preferência da criança. São coisas simples, mas que trazem a sensação de conforto e familiaridade. Nós adultos, sempre levarmos “brinquedos”: revistas, livros, Ipod ou smartphone.
4- Não fale na frente da criança: “ela é muito pequena, não entende…” Isso é um erro grande!
Com amor, paciência e muito carinho é responsabilidade sua orientá-la com relação a tudo ao que estiver ocorrendo.
Use os termos certos “check in/out”, “embarque/desembarque”, “translado”, “passaporte” e tudo mais. Enriqueça o vocabulário da sua criança e aos poucos ela entenderá que há uma linguagem específica para cada situação.
5- Use pulseira de identificação e explique a criança para que serve.

Educar é cuidar de forma integral! Viagem é sempre um programa cultural, mesmo quando o foco central é diversão! Tente lembrar que quando viajamos com criança, a prioridade da programação é para ela. Se optar fazer apenas passeio de adulto, deixe seu pequeno com uma pessoa da sua extrema confiança!

Conhece alguém que vai viajar com criança? Compartilhe essas dicas!

Agora apertem os cintos e aproveitem essa aventura!

Eu, o autismo e a princesa!

Antes eu não conseguia que você me olhasse nos olhos, hoje já ganho abraços e corações feitos no ar!
Vejo você dançando, rodopiando, sorrindo com meus elogios e mesmo contrariada, respeita quando eu digo que “NÃO”.
Aprendi a me comunicar com você… Cheguei como uma turista cheia de malas no seu mundo sem falar o dialeto, a comunicação acontecia de outra forma, então você não me entendia… Eu sou a estrangeira!
Você me mostrou que eu não precisava de tanta bagagem, que tudo podia ser mais leve, mais simples. Você teve tanta paciência… Eu te irritei algumas vezes. Desculpe!
Tenho me esforçado pra me fazer entender, e você me acolheu!
Eu me adaptei a você!
Como sou feliz por isso…
Sinto saudades e espero que esteja tudo bem!
Daqui a pouco a gente se encontra!
Obrigada por me apresentar seu mundo… Ele é lindo, cheio de aventuras e desafios, mas o melhor de tudo é que é repleto de possibilidades!

Sugestão de leitura: Guia prático Sobre o Autismo.

Fora de Série – Outliers

Ainda sobre leitura…
Terça fui à Saraiva com a intenção de comprar “Outliers”, para ler durante a viagem de férias (ida, volta e intervalos). Na mesma tarde levei filho e afilhada ao Sesc e enquanto eles se divertiam na brinquedoteca, adivinhem: não resisti e comecei a ler… Não me incomodo com barulho, a não ser que seja estrondoso, fora isso consigo fazer a leitura fluir bem.
Volta e meia, as crianças vinham pedir pra eu amarrar capas de heróis, se aproximavam para me dar sustos, compartilhar gargalhadas ou pedir pra fazer selfies! E assim, entre pausas e interrupções li o “Mistério de Roseto”, introdução instigante.
O alarme tocou, 17:20, hora de dar lanche para molecada porque depois José teria aula de natação.

Na lanchonete, enquanto esperávamos o pedido, José mostrou-se curioso com a leitura e quis dar uma olhada no livro. Ele tem 6 anos e aparenta bastante interesse pelo mundo das letras (meu coração explode, Jesus)!
Ele leu e me incumbiu de uma tarefa: – Manhê, essas letras são muito pequenas pra mim e esse livro não tem desenho. Melhor você ler tudo e me contar essa história depois! (Hahaha, claro que o farei, talvez com a idade avançada eu precise dos olhos dele e da sua boa vontade pra ler as histórias que eu tanto gosto).
Voltando…
De lá partimos para a natação, afinal o treino do José começa às 18:30. Enquanto José dava seus mergulhos e braçadas eu avançava a leitura. Li o primeiro capítulo e cheguei em casa com vontade de ler mais.

Gente, tô de férias, então lá fui eu… Bom, li bastante a agora pela manhã acabei o livro!
Lendo, vi meus fracassos, em outras vezes vi minhas conquistas, mas as melhores partes foram aquelas que me fizeram ver o que estou plantando no solo fértil, que é a mente do José Eduardo, e que lhe trará frutos no futuro (os frutos serão bons ou ruins dependendo das sementes que eu escolher.

Resumindo: Li Outliers por indicação, agora preciso de um novo livro. Alguém me dá uma dica?
Tô esperando, heim!

Malcolm Gladwell, parabéns! Leitura nada cansativa que nos faz mergulhar no mundo real… Melhor, nos faz mergulhar dentro de nós mesmos!

Ler é Hábito

Essa semana recebi um elogio “bacanão” sobre minha forma de escrever, o que me levou a pensar uma coisa óbvia por um lado e espetacular por outro: se as pessoas curtem o que eu escrevo é porque me lêem, ok! Essa é a parte óbvia, agora a consequência disso é espetacular pra mim, afinal pra ler o que eu escrevo você disponibiliza duas coisas importantíssimas: seu TEMPO e sua ATENÇÃO!

Quando eu venho aqui conversar contigo, quero que você saiba que eu valorizo o seu tempo e o meu, por isso o papo é reto!

Hoje eu vim falar de LEITURA!

Pessoas que falam que não gostam de ler, me lêem e eu preciso aproveitar essa oportunidade pra te dizer que a leitura não pode ser uma escolha na sua vida, ela precisa fazer parte da sua rotina.

A forma como você vai ler, pouco importa: pode ser livro físico (que eu amo!), Ebook, app, sei lá, mas o importante é ler.

Crie o hábito. Leia!

Escolha um tema do seu interesse.

Se não quiser um livro, inicie lendo artigos, pequenos textos (tipo esse, hehehe).

Opte, inicialmente, por leituras curtas, pra você se empolgar e terminar. A sensação de bem estar quando a gente acaba de ler um livro é hormonal, e fatalmente você vai querer sentir isso novamente.

Seu vocabulário enriquecerá.

Ler treina seu cérebro: memória, compreensão associação e concentração.

Ler é terapêutico, reduz o stress.

Lendo mais você escreverá melhor.

Marque pequenos tempos de leitura, por exemplo: 15 minutos pela manhã e 15 a noite. Aos poucos você não perceberá o tempo passar e estará lendo por muito mais!

Acredite, eu também não gostava de ler, apesar de ser filha de pais leitores. Ao longo da vida tive que ir arrumando gatilhos que me levavam ao mundo da leitura.

Já faz tempo que AMO ler, me divirto, viajo, aprendo e me inspiro!

Diz que você vai tentar, pls!
Quem tá dentro levanta a mão!
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A Criança e o Dinheiro

Hoje vim falar com vocês sobre grana e crianças.

Algumas pessoas ainda possuem a crença de não falar sobre dinheiro com os pequenos, alegando que o assunto é complexo demais para o universo infantil.
Pois bem, ladies and gentlemans, se o assunto DINHEIRO ronda a vida da pequena criatura humana desde antes dela nascer (enxoval, questões relacionadas a saúde, chá de bebê e lembranças da maternidade), porque não podemos conversar abertamente com a criança sobre isso?
Desde sempre conversamos sobre dinheiro com o José Eduardo. Nunca dissemos que iríamos trabalhar para GANHAR dinheiro e comprar presentes. Explicamos que iríamos CONQUISTAR dinheiro para prover nossa subsistência, conforto e planilhar o futuro. Claro que ele não entende essa linguagem, então falamos pelo exemplo:

Subsistência e conforto
-Estamos indo trabalhar e com o dinheiro vamos pagar a conta de luz para continuarmos assistindo TV, vamos comprar comida e colocar gasolina no carro.

Realização de sonho
-Filho, estamos indo trabalhar pra juntarmos o dinheiro da festa de aniversário! Vai ser super legal.

Hábito de poupar
-Hoje é dia de contabilizar seu cofrinho. Amanhã vamos ao banco depositar. (E sem frescura deixamos ele mexer no dinheiro, ensinamos a contar)

Escolha
-Filho, você tem R$ 5,00. Dá pra comprar um sorvete ou um brinquedinho. Qual você prefere?

Avaliação de investimento
-José Eduardo, com o dinheiro dá pra você fazer algumas coisas: pagar uma conta (natação), gastar (com o que você quiser) ou poupar (colocar no banco). Destas três, o que você acredita que será melhor pra você?

Em lojas de brinquedos os olhos dele vibram quanto o de qualquer outra criança e ele também pede, mas quando respondo que aquele dia não dá, ele entende e coloca novamente na prateleira. Juntos arquitetamos planos de como conquistar o desejado brinquedo. Até que data teremos conseguido reunir o valor para voltar lá na loja e comprar?

Outra coisa: não fazemos barganha! Queremos que o José Eduardo seja um consumidor consciente e não que use a compra de forma compulsória!

Vocês falam sobre dinheiro com seus filhos?

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Pai e Mãe, colecione Domingos!

QUANTO TEMPO DE ATENÇÃO VOCÊ TEM DADO AO SEU FILHO?

Não venha me dizer que tudo que vc faz é POR ele… Isso é obrigação! Quero saber o que você faz COM seu filho.

Sabia que desde que seu filho nasceu até ele completar 18 anos, o calendário lhe oportunizará apenas 936 domingos? Pior, a vida não te dará essa chance. Em alguns domingos você estará trabalhando e em muitos outros seu filho irá preferir a companhia dos amigos!
Isso só vai doer se você não tiver construído um elo forte com sua criança.

Ok, Carol. Que elo forte é esse?
Vou te explicar: Imagine seu filho adulto.
O que ele terá para contar sobre o relacionamento de vocês: ele falará sobre as coisas que você COMPROU pra ele ou falará sobre as coisas que você VIVEU com ele?

Pai e Mãe, aproveite a oportunidadede de se tornar uma pessoa melhor através da CONVIVÊNCIA com seu filho. Não tenha um filho apenas, mas viva com ele!

Se você construir uma relação regada de afeto e cercada de limites, com um colo que ele caiba independente do tamanho e da idade, você terá um adulto emocionalmente ajustado e responsável!
Não estou falando pra você ser amigo/a do seu filho, ele terá muitos amigos ao longo da vida. Estou falando pra vc ser pai/mãe. Seja o mentor da infância do teu filho!

Aqui vos escreve uma mãe de pijamas, que já brincou de piscina mergulhando na cama, ganhou a primeira partida de dominó e perdeu a segunda e agora estávamos debaixo do cobertor de oncinha assistindo filme.
Acredite que pra vivenciar uma manhã divertida eu não comprei nada, não gastei nenhum tostão!

A tarde ele me chamará novamente, mas eu não poderei vir, pois tenho que “tocar a vida”. Não terá culpa do meu lado nem trauma do lado dele, afinal o tempo que passamos juntos foi bacana o suficiente pra entendermos que pra ter momentos incríveis, as tarefas precisam ser cumpridas.

Férias escolares! Infelizmente olhos fúnebres me perguntaram: O que farei 1 mês com essa criança em casa?

Bom, tá respondido! Fez sentido pra você?
Diga-me o que pensa a respeito!
Boas férias, pessoal! São 30 dias recheados de oportunidades… #criançasesforçadas
#criançasconfiantes
#dicadacarolrocha
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#meustextos
#papodemãe
#mãedemenino

Legado

Julho da década de 1980…

João Paulo II tinha acabado de despedir-se do solo Brasileiro. Sua apoteótica visita de 13 dias encantou o povo do país tropical.
Neste mesmo ano, Frank Sinatra havia eletrizado muitas pessoas que curtiam sua voz no Estádio Maracanã.
A antiga TV Tupi caminhava muito mal das pernas e foi extinta neste mês. Sílvio Santos se deu bem conseguindo a concessão do canal!
O Brasil faz sua melhor participação na Olimpíada de Moscou, conquistando duas medalhas de ouro na vela e dois bronzes, um deles por João do Pulo, que 12 anos depois revela que havia sido roubado na final do salto triplo. O caso não deu em nada, ok, mas houve o reconhecimento do cara.
O ursinho Misha conquista a simpatia do público ao chorar na cerimônia de encerramento eternizando o momento mais marcante das Olimpíadas.
O teatro perdeu Nelson Rodrigues, o homem que retratou o cotidiano carioca, o poeta Vinícius de Moraes, um dos criadores da Bossa Nova, o cinema perdeu o mestre do suspense Alfred Hitchcock, o samba ficou órfão sem Cartola, a filosofia ficou sem Jean Paul Sartre e a psicologia perdeu Jean Piaget.
O australiano Alan Jones foi o campeão mundial de Fórmula 1 numa disputa com o brasileiro Nélson Piquet que foi o vice campeão.

Sabe o que mais ocorria em Julho de 1980?

Nascia em Santos-SP, a primogênita de Mariza e Caetano: Maria Carolina, que 3 anos mais tarde ganharia Paulo Diogo como irmão. Faria magistério, pedagogia e psicopedagogia. Casaria com Eduardo e daria a luz a José Eduardo! Seria realizada em sua vida familiar, feliz em sua profissão, mas não totalmente satisfeita…

Ela vai querer mais, vai querer ir além! Vai querer atravessar os muros da Escola e chegar nas casas das pessoas. Vai querer que as pessoas andem com ela na bolsa, no bolso, no livro, no celular.

Caro leitor, dia 11 deste mês, faz 38 anos que existo e só agora tomei uma decisão: quero ser lembrada por muitos, como todos os que citei acima são lembrados! Não que todos eles sejam meus ídolos, não é isso… Mas todos, vivos ou não, são LEMBRADOS!

Quero fazer a diferença na vida das pessoas e poder ajudá-las a superar desafios, limites e conceitos pré estabelecidos.
Quero ajudar pais, mães e professores a encontrarem a beleza, a graça e a maior oportunidade que a vida oferece a um adulto: saber reconhecer o valor que é ter uma criança nas mãos! Poder ser mentor de uma criança… Auxiliá-la a forjar seu caráter, sendo exposta a vários ambientes de aprendizagem!

Quero que lembrem de mim como:

– Putz, a Carol? Meu, ela pegava no meu pé pra caramba, mas me ensinou um tanto de coisa.

– Eu não gostava dela não, mas tenho que reconhecer que na área dela mandava muito bem!

– Que saudade da Carol! Gostava do astral, gostava de estar perto.

– A Carol sempre dizia que “amor não é um estado, mas sim um processo”. Não é que isso está fazendo sentido pra mim?

– Meu a Carol era cheia de manias e tinha alguns “tocs”. Ela tinha os rituais dela, mas as coisas funcionavam… Confesso que a achava estranha, bem esquisita!

– Pô, a Carol! Nem sei o que falar! Gostava dela…

Enfim, enquanto eu estiver sendo lembrada, sei que estarei eternizada de alguma forma no coração e na mente das pessoas, por isso trabalho e estudo para ser lembrada de forma positiva… Não digo de forma carinhosa, mas de forma que ainda possa ensinar mesmo quando eu já estiver partido.

Isso é pedir demais?

Não, é pedir o possível!

Só depende de mim! E no seu caso, só depende de você…

Felicidade por iniciar mais um mês…

O mês que eu completo mais um ano de vida!

#carolfaz38
#11julho1980
#carolcorrendoateásdotempo
#carolsonhandoalto
#carolrealizando

Sobre o Dia das Mães

Mais do que nunca agradeço e entendo que a MATERNIDADE é o verdadeiro presente para uma mãe!

Parir é um ato comum à fisiologia das fêmeas, mas “maternar” é uma dádiva, que algumas mulheres têm a graça de receber, ainda que não gerem seu filho. Aliás, filho só deveria ser nomeado assim e ponto final… No meu entendimento são desnecessários os acompanhamentos: “biológico”, “adotivo”, “de coração”… Filho é filho e pronto! Não importa como ele chegou à sua vida, o que importa é que chegou… Graças a Deus ele chegou!

Além de agradecer o dom da maternidade é preciso exercitá-lo!

Se eu pudesse dar apenas uma dica para mulheres de todo o universo eu diria: – Materne!

A partir do desejo de ser mãe, iniciamos as escolhas, os cuidados com o gerar. Os cuidados e a importância que damos à nossa própria saúde, pois queremos um corpo e uma mente sãos para gerar a nova vida.

Depois da concepção, tudo muda! Você já não caminha mais só. Come pensando nas vitaminas. Anseia pelas visitas ao médico, fica feliz em ter compromissos gestacionais como ultrassonografias e exames, adora ouvir dicas e quer ler tudo sobre cada semana gestacional.

Alisamos a barriga na intenção de que aquela vida que cresce em nosso ventre sinta o carinho. Queremos que as pessoas saibam que estamos grávida…

Nem damos ouvidos quando dizem que o barrigão dificulta a posição para dormir e que os chutinhos nas costelas incomodam… Só queremos ver nossa barriga crescer!

E um dia, Deus nos presenteia com uma sensação que só nós, que maternamos desde o útero, vamos sentir… A primeira mexida do nosso bebê! É tão leve, mas tão intensa ao mesmo tempo.
Parece que temos borboletinhas voando no ventre.
Você que nunca gerou ou tem receio de fazê-lo, acredite! Só o que relatei até aqui já vale a pena. Já vale sua existência…

E aí tudo aumenta dentro de você!
Os peitos crescem, a barriga cresce, o cabelo cresce, as roupas não servem, as posições são cansativas, a azia aparece, as mexidas fazem sua barrigona deformar, fica difícil calçar o sapato e se depilar, um risco escuro cresce no meio da sua barriga, o umbigo salta, os pés incham e o melhor de tudo: você vai amar cada uma dessas transformações! Sua alma restaura quando você percebe que seu corpo é capaz de fazer tudo isso pra receber o que a força do seu desejo te deu: Um filho, um verdadeiro milagre.

E aí ele nasce! E aí você renasce…
E acredite: por mais tudo isso, já valeu a pena!
Mas a maternidade te surpreende a cada momento, então não acaba aqui. Os ganhos só aumentam!
Você vai reconhecer o seu filho de forma instintiva em meio a milhares de outros bebês. Só ele tem aquele cheirinho, aquele choro, aqueles dedos compridos e gordos, aquele cabelo, aquela boquinha tão bem desenhada. Você o reconhece como aquele bebê que você já reconhecia no ultrassom. Naquela imagem preta e branca que ninguém via nada. Só você que enxergava cada detalhe. Cada movimento!

Os medos chegam, as preocupações vem junto, o mundo se torna mais cruel e severo do que você enxergava antes.
Quando você está com o seu milagre no colo, a corrente de vento, os fogos do réveillon, a chuva que teima em cair quando você está sem guarda chuvas, o sol forte, o latido do cachorro do vizinho, as buzinas no trânsito e os escapamentos barulhentos das motos são alguns dos monstros que queremos exterminar das nossas vidas. E aquele frágil bebê que você subestima te ensina que ele já nasce pronto pra lidar com muitos destes obstáculos.

Eles são nossa paz, são nossa calmaria, são nossa fortaleza. Descobrimos que precisamos mais deles do que eles precisam de nós.
E eles crescem, e começam a dobrar as risadas gargalhando, e começam a descobrir o sabor dos alimentos, e fazem gracinhas, e engatinham e aprendem a bater palmas e levantar o indicador para mostrar que o primeiro aninho está chegando!
Obrigada, Senhor. E para as que ainda não os tiveram, acredite… Por tudo isso já vale a pena!

Depois vem os 2, 3, 4, 5 e agora eu que vos escrevo estou caminhando para o meu sexto ano de maternidade… São quase 6 anos sendo mãe de um inventor, de uma locomotiva a vapor, de uma nuvem de bolinhas de sabão, de uma enorme gargalhada, de uma oração, do vôo de um pássaro, de pulos nas poças d’água, de bolas de meia e de bolas de gude, de letras, de livros, de dentes moles, de puns, de festas, de um sonho, do meu sonho, de um menino, do meu menino, do meu guri, do meu Bola, do meu José Eduardo.
E acreditem. Quase 6 anos não me bastam… Tenho sede de ser mãe, quero mais, quero muito mais!

Se você tem medo de embarcar neste vôo, arrume já suas malas e vai… A incrível viagem de ida sem volta será a melhor de todas da sua vida, confie em mim… Arrisque-se!

A maternidade nos torna seres humanos muito melhores.
Não há um só motivo para arrepender-se…

Cada milésimo de segundo vale a pena!

Esse texto foi escrito baseado na minha experiência com relação a maternidade… Desejo ter mais um filho, ou dois, quem sabe?

Não sei como o próximo chegará em minha vida, mas prometo que contarei a vocês! Afinal eu e meu marido e meu filho já amamos a possibilidade de tê-lo em nossas vidas!

Mãe do José Eduardo
(Carol Rocha)